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A vendedora de seguros



Meu nome é Pedro, tenho 32 anos, sou solteiro e fotógrafo e moro em um apartamento no centro de São Paulo. Essa história aconteceu recentemente comigo e que não consigo para de lembrar até hoje.

Tenho muito tesão por mulheres mais velhas, pois na minha opinião, elas são mais carentes e menos apegadas a coisas fúteis. Eu já tive 6 namoradas nos últimos 4 anos e mais novas do que eu, mas nenhuma delas está mexendo comigo como a Sra. Sônia.

Pois bem, vamos ao que interessa.

Já havia fofocas no prédio, eram mulheres lindas e gostosas que estavam vendendo seguros para os condôminos. O síndico, Sr. Jânio, liberou esta empresa nova de seguros para entrarem em contato com os moradores, oferecendo seguros diversos. Como disse, os homens já comentavam que eram mulheres maravilhosas que batiam na porta para oferecer os planos. E claro, as mulheres já estavam putas com isso. 

Um dia, um vizinho me perguntou se uma delas já havia entrado em contato comigo, eu disse que não. Então ele disse que certamente, algumas delas iria bater na minha porta. Ele então me contou que quem o havia atendido era uma garota, perto dos 19 ou 20 anos, linda de olhos azuis, e com uma calça suplex apertada. Aos risos, me contou que não teve como não fazer um plano para o seguro do carro da filha.

Sinceramente, não me entusiasmei muito com a história. Fazia pouco dias que terminei com a minha ex namorada, muito parecida com a descrição da garota que atendeu meu vizinho.

Naquela quinta-feira a tarde, estava planejando meus trabalhos para o final de semana pois tinha bastante eventos para fotografar. Então a campainha tocou. Fui até a porta, mas logo pensando que eram aquelas vendedoras.

Era uma mulher, madura, loira, muito perfumada. Chamava a atenção sua beleza estonteante e seu decote, onde volumosos seios pareciam querer soltar para fora.
 
 

Eu devo ter gaguejado quando respondi o “boa tarde” que ela me deu, pois eu devo ter ficado com cara de idiota quando a vi.

“Meu nome é Sônia, prazer! Como o senhor se chama?”
“Me chamo Pedro! EM que poderia ajudar?”
“O senhor tem um tempinho para que eu lhe possa apresentar os serviços da seguradora *** ?”
“ Claro, entre.”

No apartamento, Sônia me embriagava com aquele perfume e aquele vestido apertado ao corpo, estava me deixando louco.

“Você tem um belo apartamento, parabéns!” disse ela. Mas claro que eu sabia que era estratégia de vendedora, elogiar para o cliente se sentir mais à vontade. Lhe agradeci pelo elogio e a convidei a sentar-se na cadeira na mesa da cozinha.

Sônia começou abrindo uma pasta e perguntando se eu já tinha algum tipo de seguro, para carro, residencial, de vida. Lhe respondi que tinha seguro apenas do meu carro. Então ela me ofereceu seguro de vida.
 

 
Tentava não ser inconveniente, mas eu não conseguia tirar o olho do seu decote, e misturado com seu perfume, estava começando a ter uma ereção. Comecei a suar frio. Era uma sensação maravilhosa, só imaginava como seria eu chupando aquela mulher gostosa.

Comecei a pirar nos pensamentos até que Sônia percebeu e me perguntou: “ O sr. está bem?”

“Eu acho que sim”
“O senhor não tira o olho dos meus seios. Hehehe”
“ Desculpa, é que....é difícil não ficar olhando. Mas não quero ser inconveniente.”
“ Hahaha sem problemas, posso continuar?”
“ Pode sim”

Por alguns minutos consegui me focar só nos seus olhos, mas logo sua boca me chamava a atenção. Droga! Eu queria era mesmo beijar aquela boca, sentir sua língua.
E novamente, Sônia me pegou olhando para seus seios.

“ Puxa hein! Se eu soubesse teria usado um vestido mais comportado!”
“Estou envergonhado senhora. Mil perdões!”
“ Você nunca viu peitos grandes assim?”
“ Grandes assim? Não mesmo.”
“ E me custaram caro sabe...mas eu tenho muito orgulho deles.”
“Imaginava que eram de silicone, mas eu nunca tinha visto tão bonitos. Você está de parabéns mesmo.”
“ Me dê a sua mão um pouco...”

Sônia pegou minha mão e guiou até seus seios. Eu não acreditei e meu pau latejou, estava duro feito uma pedra.
“ Veja...como são macios”
“ É...mesmo. São bem macios...nossaaa!”
 

 
Então resolvi aproveitar já que Sônia me deu abertura.

“E lhe deixou alguma cicatriz? Posso ver?”
“Você é querido mais é bem danadinho hein Pedro?”

Pensei que tivesse levado um fora, foi quando sem vergonha alguma, Sônia baixou a frente do vestido, revelando aqueles seios enormes e lindos. Posso afirmar que foi a melhor visão que tive de uma mulher na minha vida! Que seios amigos!

 “ Você gostou?”
“ São lindos da vontade de chupar”
“ E porque não experimenta?”

Sério que Sônia disse aquilo? Eu já estava pensando que aquilo era um sonho, que eu havia desmaiado em algum lugar. Me levantei da cadeira e ela também, Sônia me segurou por trás da cabeça com uma mão e eu não pensei duas vezes, cai de boca naqueles peitões maravilhosos!

“Assim! Chupa gostoso seu safado!”

Eu chupava, mordia, lambia, esfregava aquelas tetas no meu rosto e Sônia gemia alto.
 

 
Ela então se ajoelhou na minha frente, aquela mulher madura e gostosa estava se revelando uma devassa. 

“O que você tem pra mim seu gostoso?”

Abriu o zíper da minha calça e caiu de boca. Sônia sabia fazer um boquete, não se apressava, lambia meu saco, passava a língua, e engolia meu pau. Fazia pressão com a boca, meu pau doía de tanto tesão. Era uma verdadeira batalha, curtir aquele momento e não gozar naquela boca maravilhosa.
 

 
Como se soubesse que estava prestes a gozar, Sônia pediu que fossemos para o sofá. E quando, sentei para tirar as calças, sem mais, ela já veio por cima se encaixando. Sentou e agasalhou bem o meu naquela buceta molhada. Sua buceta estava encharcada de tesão, a ponto de molhar todo meu pau e o saco.

Gemia como uma louca, aquela que parecia ser uma verdadeira dama há minutos atrás, agora implorava pica na buceta como uma puta! Que delícia, era ver aqueles peitões na minha cara enquanto ela rebolava no meu pau.
 

 
Em seguida, Sônia me pediu para comê-la de quatro. Ela arrebitou aquela bunda, e eu lambi sua buceta e seu cuzinho. O cheiro daquela mulher era divino. Sônia se depilava e era visível que se cuidava muito. Fiquei cerca de uns 10 minutos com aquela buceta na minha boca até fazer ela gozar.

“Seu safado gostoso! Que gozada gostosa eu tive agora...”

Me coloquei atrás dela e comecei a empurrar o pau na sua buceta lentamente, até sentir que todo meu pau estava de novo lubrificado com o líquido da sua buceta. Quando percebi, eu estava enchendo aquela bunda de tapas e metendo forte como um animal. A cada estocada, eu sentia minha bolas cada vez mais molhadas, acho que era Sônia tendo orgasmos um atrás do outro.
 

 
Ela me xingava de tudo, me chamava de gostoso, de safado, ela estava enlouquecida.

Fodemos por mais uns 30 minutos, de lado deitados no sofá, ela sentando em mim me dando a visão daquela bunda gostosa.
 

 
Foi quando ela disse que já estava demorando e que queria que eu gozasse na sua boca. Eu fiz o que ela queria, e gozei na sua boca, lambuzei seu rosto lindo de porra. Sônia chupava meu pau como que queria tirar a última gota.
 

 

Em seguida ela me pediu onde ficava o banheiro, e foi se arrumar. Na volta ela disse:

“ Pedro, eu peço que não comente nada com ninguém sobre o ocorrido está bem?”
“Claro Sônia, fique tranquila.”

Saiu pela porta sem dizer mais nada.

Meu pau ainda doía da bela trepada que aquela coroa me proporcionou.

Passou semanas e não vi mais ela, tentei contato com ela pela própria empresa e nada. Ela simplesmente despareceu, e estou ainda a procura dela. Não consigo mais tirar Sônia da minha cabeça.

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Author: admin
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