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A patroa da minha esposa é uma vadia!

 






A minha esposa trabalha como secretária para uma renomada advogada na cidade de Goiânia. O sonho dela é abrir uma clínica estética, e para isso ela já atende na nossa casa mesmo algumas clientes e amigas. Os negócios estão indo muito bem e logo minha esposa já pensa em sair do escritório e começar a se dedicar exclusivamente a estética.

Minha esposa também já não aguenta a sua patroa, a advogada. Seu nome é Roberta, ela é um tanto arrogante e por vezes minha esposa chegou estressada em casa.

Certo dia, eu estava em casa sozinho, pois a minha esposa tinha que ficar no escritório até mais tarde a pedido da Sra. Roberta, pois ela tinha algumas audiências no dia seguinte. Estava nos fundos de casa fazendo meus exercícios físicos quando escutei a campainha tocar. Fiquei irritado porque pensei que pudesse ser algum vendedor, mas não, para minha surpresa era a Roberta.



Ela me cumprimentou e pude notar sua surpresa ao me ver sem camisa mas logo seu olhar de esnobe me convenceu que aquela mulher, poderia ser linda, mas era uma dondoca riquinha. 
- A Silvia se encontra?- Roberta me perguntou.
- Pensei que ela tivesse trabalhando no seu escritório?
- Ah é verdade! Eu pedi que ela fosse lá hoje terminar alguns documentos.

Estranhei aquela visita, e aquele "esquecimento" dela, mas tentei ser o mais educado possível.

- Em que poderia lhe ajudar?
- Você? Não sei mesmo...Bom, enfim, que esqueci que a Silvia estava trabalhando, eu vim para fazer uma massagem relaxante, mas eu voltou outra hora.
- Sim, eu também trabalho aqui.

Roberta me olhou com aquele olhar de rejeição, me senti um lixo. Lhe perguntei se tinha algum problema e ela só disse que duvidava que eu soubesse fazer massagens.



Roberta então me respondeu:
- Se foda! Quero ver só se tu sabe fazer massagem. Mas se você se passar um pouco, eu te processo.
Respondi para ela:
- Tranquilo Sra. Roberta, é normal que não confiem em mim mas eu já estou acostumado.

Fomos até a sala de massagem e ela me pediu para virar de costas enquanto ela tirava  sua roupa.


Assim que Roberta deitou-se, comecei os trabalhos. Passei óleo em suas costas e comecei a massagem. Ela soltava alguns gemidinhos de vez em quando, mas sabia que aquilo era normal, do relaxamento da pessoa. Ela deveria estar bem estressada.


 Fiquei em suas costas por 15 minutos até sentir que seu corpo estava bem relaxado. Então fui para suas pernas, começando pelos pés, subindo para as panturrilhas e até chegar nas suas coxas.


Quando subi para as coxas de Roberta, percebi que se movimentava lentamente, como se estivesse rebolando. Estranhei e achei engraçado. Estava louco para dar risada mas me contive. Foi quando percebi que ela puxou um pouco a toalha para cima e disse:

- Vou levantar um pouco para...hmmmm...facilitar....suas mãos.





Pensei: "Será que aquela mulher estava excitada com a minha massagem?". Pensando nisso, eu que comecei a ficar excitado. Roberta exalava um cheiro da buceta que começou a entrar na minha cabeça como se fosse um alucinógeno. Meu pau começou a ficar duro, e Roberta começou a gemer mais alto. A visão do seu cuzinho e da bucetinha raspadinha me enlouquecia. Estava doido para sentir o gosto da sua buceta. 

Sem pensar direito resolvi arriscar e puxei toda toalha. Roberta não reagiu, continuava gemendo e me provocando.

Me concentrei na sua bunda, abria suas nádegas expondo seu sexo. Aquela visão era maravilhosa!



Fui além e comecei a tocar sua buceta pela laterais. Roberta levantou ainda mais a bunda, era o sinal que eu esperava e comecei a tocá-la mais safadamente, passava os dedos escorregadios por toda sua buceta gostosa.

Ela levantou um pouco a cabeça e me disse:

- Seu safado gostoso! Agora vai ter que terminar o serviço!



Ela gemia e me chamava de tarado, pervertido. Fiz ela gozar na minha mão. Até que pedi para ela:

- Agora vira o corpo sua puta!
- Como é? Do que você me chamou?
- De puta! Vira logo!

Roberta antes de querer discutir algo se virou e eu a deitei com força, já pegando nos seus peitões.

- Seu tarado pervertido! 
- Não te faz, você está curtindo igual a uma safada!



- Você quer que eu pare a massagem?
- Se você parar aí que as coisas vão ficar ruim para você! Continua....e não esquece de dar uma atenção na minha xoxota!
- É pra já dona Roberta!

Enfiei os dedos dentro da sua buceta, estava encharcada! Roberta gemia de tesão, rebolava os quadris e implorava para não parar!



- Fica de quatro agora!
- Porque? O que você vai fazer safado?

Tirei meu pau para fora enquanto Roberta se ajeitava de quatro na cama. Ficou deslumbrada com meu pau duro. Doía de tanto tesão. As vezes me lembrava da loucura que estava fazendo, com a patroa da minha esposa.

Roberta abocanhou meu pau, chupava com extremo profissionalismo, ora revezava com a língua, ora sugava meu pau com a sua boca. Com certeza sabia o que estava fazendo, e fazia perfeitamente!



Roberta então deitou-se e abriu as pernas.

- Me chupa gostoso!

Me coloquei com a cabeça e chupei aquela buceta. O gosto era maravilhoso, seu mel escorria pela minha língua. Deu uma chupada que fez com que Roberta tivesse um orgasmo!



Meu pau doía de tanto tesão, estávamos muito ofegantes e com o coração batendo aceleradamente. Roberta implorou:

- Me come seu tarado gostoso!

Nem pensei duas vezes e meti tudo de uma vez naquela buceta.




Me continha para não gozar naquela buceta porque era muito gostosa. Roberta gemia desesperadamente, parecia uma louca gemendo, gritando, xingando. E eu metia forte, quanto mais ela me xingava, com mais raiva eu socava nela.

Fodemos de lado, de quatro, uma loucura! Éramos como dois adolescentes com muita energia para liberar. Uma das melhores transas da minha vida.






 Até que ela pediu para que eu gozasse. Disse a ela que ia gozar nos seus peitos, e ela concordou.





- Olha só seu safado, você me deixou toda lambuzada!
- Você que pediu!

Roberta me agradeceu, disse que eu tinha feito um bom trabalho e ainda me pagou! Até hoje minha esposa pensa que Roberta foi fazer apenas uma massagem, e ela sempre me diz que Roberta era para me avisar que cedo ou tarde ela vai vir de novo.

Estou ansiosamente aguardando!

Fui mais cedo para a faculdade e o porteiro comeu meu cuzinho!

 



Meu nome é Bruna, sou uma garota de 19 anos e moro em uma pequena cidade do interior de Goiás. As meninas da minha cidade são muito bonitas, e creio que sou uma delas. Sou magrinha, loirinha de cabelos compridos, seios pequenos, cintura bem fininha e a bunda redondinha e empinada.  

 

Desde pequena que sou voluptuosa e muito fogosa na hora do sexo. Fui criada na fazenda, e foi lá que descobri os prazeres do sexo, namorando praticamente todos os rapazes que iam trabalhar para o meu pai. Depois que perdi a virgindade ninguém me segurou mais. Comecei a dar quase todos os dias.
 

No entanto, diferente de outras meninas, não sou oferecida e nem tenho jeito de quenga, pelo contrário, quem não me conhece pode jurar que ainda sou virgem. Sou muito comportada e nunca fiz nada que envergonhasse minha família. Só me solto mesmo entre as quatro paredes.


Depois que terminei o ensino médio meu pai deixou eu ir fazer faculdade em uma cidade a uns 300km de onde morávamos. Como é difícil ir e voltar todos os dias, ele alugou uma kitnet para eu ficar. Faz dois anos que moro sozinha nesta kitnet. Há algumas amigas querendo morar comigo, mas meu pai prefere que eu continue sozinha para não atrapalhar meus estudos.

A faculdade fica a apenas oito ou dez quadras da minha kitnet. Assim, eu vou e volto caminhando, todos os dias. Estou no quarto período de administração, e, como as aulas começam às 7:00hs da manhã, eu saio de casa uns 30 minutos antes e quando chego ainda dá tempo de conversar um pouquinho antes da aula.

A verdade é que eu adoro essas caminhadas matutinas. Como falei, sou uma menina muito fogosa e ao andar, sinto as minhas nádegas se movendo ritmicamente, minha buceta fica apertadinha e, como caminho um pouco rápido, meus peitinhos ficam dando pulinhos a cada passo que dou.

 


Acreditam que sinto tesão ao caminhar? Sim, é isso mesmo. Além disso, me masturbo quase todos os dias. Adoro entrar na internet e ficar vendo pornografia ou conversando safadezas com homens e mulheres. Vou ficando tão excitada que quando gozo, o orgasmo vem tão delicioso que pego no sono na mesma hora.



O ano passado foi o meu primeiro ano na faculdade e também a minha primeira experiência morando sozinha. Mas eu estava indo bem, até o bendito horário de verão começar a mexer com a minha cabeça. Faltava uns 10 dias para o horário de verão começar e eu já estava ansiosa com esse negócio de ter que acordar uma hora mais cedo.

Um segunda-feira eu estava dormindo tranquilamente e de repente acordei assustada, com o sol já aparecendo pela minha janela. Fiquei tão desorientada que imaginei que o horário de verão já tinha começado. Me arrumei às pressas, comi um pedaço de bolo e já saí para a faculdade.

Durante o caminho observei as ruas, e elas estavam com menos pessoas do que de costume. Achei aquilo estranho, mas não dei muita importância. Continuei andando e, ao chegar na faculdade, vi que ninguém tinha chegado ainda. O Sr. Rubens, o velho porteiro, apareceu por lá e me viu do lado de fora do portão.


– Ei, Bruna!… O que está fazendo aqui tão cedo, menina? – ele falou sorrindo e seu olhar percorreu o meu corpo, de cima abaixo. Minha buceta ficou meladinha imediatamente, pois eu adorava quando o Sr. Rubens ficava me olhando. Às vezes eu até tocava uma siririca fantasiando com ele, já que adoro coroas.


– O senhor não vai acreditar, seu Rubens… me confundi achando que já era horário de verão… agora fiquei aqui de fora sozinha… que droga! – falei e começamos a rir.

– É verdade… ainda falta mais de uma hora para os professores e alunos chegarem! 

“Mais de uma hora?!?”, pensei com um sorrisinho diabólico por dentro. Resolvi brincar com o Sr. Rubens um pouquinho, mas só para deixar ele cheio de tesão e ver se o coração dele ainda aguentava muita emoção.


Enquanto ele falava sobre a chatice de ter que acordar mais cedo durante o horário de verão, eu tirei minha mochila do ombro e fiquei segurando ela no meio das minhas pernas, balançando. Em seguida prendi meu dedo na parte da frente da minha saia, e, “distraidamente”, levantei minha mochila até a altura dos meus seios, abraçando-a.

Vi que o Sr. Alberto olhou fixamente para o meio das minhas pernas. Com certeza ele estava vendo minha calcinha. O coitado começou a gaguejar e fiquei até com receio de ele ter um troço. Fiz de conta que nem percebi o que tinha acontecido e continuei conversando com ele.



– Bruna… falta muito para abrir ainda! – ele finalmente falou. – Vamos entrar… você não pode ficar sozinha aí fora!

– Também concordo, seu Rubens… é muito perigoso! – falei e ele não parava de olhar para a minha bucetinha, ainda protegida pela minha calcinha.

Seguimos para dentro da escola. Em seguida ele me levou até uma sala que fica atrás da lanchonete.

– Aceita um pouco de café?… acabei de fazer! – ele perguntou assim que me sentei.
 
Aceitei o café e fiquei observando o Sr. Rubens fazer suas tarefas matinais, preparando a faculdade para a chegada dos alunos.
 
– O senhor está sozinho aqui hoje? – perguntei de repente.
 
– Sim, filha… a mulher da limpeza não virá hoje! – ele falou e senti meu fogo aumentar. “Será? Será que dava tempo de dar uma metidinha com aquele coroa antes dos professores e alunos chegarem?” 
 
Nossaaa! Que loucura! O fato de eu estar ali sozinha com aquele homem estava me deixando muito nervosa. ”Como seria o tamanho do pau daquele coroa?”
 
Na noite anterior eu tinha me masturbado por quase uma hora, pensando em um pau de verdade enfiado todinho no meio das minhas nádegas, fodendo o meu cú. E agora a pica do Sr. Rubens ficava passando perto de mim o tempo todo.
 
Um calor danado tomou conta de mim, por causa desses pensamentos indecentes. Senti um fiozinho de suor descer pelas minhas costas e escorrer para o meio das minhas nádegas enquanto eu tomava mais um café. E o Sr. Alberto só conversando e tocando meu ombro de vez em quando.
 
 
 
Não demorou muito e senti a racha da minha bunda e o meu cuzinho ficarem molhadinhos de suor, e isso começou a me deixar tão excitada que eu pensei que ia ficar louca. Acho que eu já estava até tremendo de tesão.
 
Sem que o Sr. Alberto percebesse, levantei um pouco minha bunda e, com minhas mãos, levantei minha saia, deixando minhas nádegas tocarem o couro do sofá. Senti frio e um suave e delicioso prazer. Dissimuladamente, aproveitei uma distração dele e, com ambas as mãos, abri bem as bandas da minha bunda, puxando minha calcinha para o lado.
 
Meu deusssss!! Quando meu cuzinho e minha buceta sentiram o friozinho do couro do sofá eu quase soltei um grito de prazer. Eu não estava acreditando no que eu estava fazendo. Eu estava me masturbando na cadeira, com o porteiro da minha faculdade bem do meu lado.
 
Quando ele se virava eu ficava olhando-o pelas costas e apertava meu grelo contra a cadeira, sentindo meu corpo se arrepiar todinho. O Sr. Rubens é um coroa de uns 50 anos, casado, não muito forte, com uma barriguinha de cerveja, mas muito carinhoso, e ficava falando um monte de coisas que não me interessavam, já que eu queria mesmo era dar uma trepadinha para apagar o meu fogo.
 
Aos poucos, de tanto eu mexer com a minha saia, o cheiro da minha buceta foi subindo e logo o ferômonio atingiu o nariz dele. O Sr. Rubens começou a ficar inquieto e seus olhos estavam fixos em minhas pernas, e eu fazia questão de puxar minha saia ainda mais para cima, deixando minhas coxas também à mostra.
 
Minha cabeça dava voltas e eu estava muito confusa. Comecei a fantasiar ser tocada, beijada e fodida por aquele coroa. Terminei minha xícara de café e me levantei. Ao fazê-lo, minha saia subiu mais um pouquinho. O Sr. Rubens não aguentou mais e colocou a mão na minha cintura, me segurando bem forte.
 
 
– Bruna… você é gostosa demais, menina! – ele falou, com o olhar fixo na minha boca.
 
– O senhor acha mesmo, seu Rubens? – respondi, rebolando meus quadris lentamente. Nessa hora ele me abraçou por trás, tão apertado que senti o volume de seu pau na minha bunda.
 
 
– Você é quietinha mas é puta, não é? – ele disse e suas mãos começaram a levantar minha saia e percorrer minhas coxas. Não respondi nada, apenas deixei ele me tocar. Em segundos a mão dele estava dentro da minha calcinha, empalmando minha buceta toda depilada e lisinha. Alguém poderia chegar ali e nos pegar, e isso me deixou mais excitada ainda.
 
 
 
– Essa buceta já experimentou muita pica, né?… me fala… você já levou muita vara, não, Bruna? – o safado falava e eu só gemia, rebolando minha pélvis de encontro à mão dele. Nossaaaaa!! A outra mão dele se enfiou na minha blusa e começou a amassar os meus peitinhos, que já estavam fora do meu sutiã.
 
– Ahhhhhhhhhh… n-n-n-ão, Seu Rubens… não s-s-s-sou puta não… só dei algumas vezes! – falei entre gemidos.
 
– Não é puta não, é?… pois fica sabendo que todas as meninas na sua idade são putinhas safadas… e adoram dar a buceta para homens safados como eu! – o Sr. Rubens falou e me derreti todinha. Que loucura!!
 
– Vem cá, safadinha… vem… vou te mostrar um coisa! – ele falou e, me segurando pelos cabelos, me arrastou até um canto da sala e me fez ficar de joelhos entre suas pernas.
 
– Seu Rubens…. o pessoal está chegando… não vai dar tempo! – tentei protestar.
 
– Shhhhhh… vai dar tempo sim…! – ele falou e abriu sua calça. Na hora uma rolona enorme saltou para fora, dura, cheia de veias, grossa, com uma glande bem grande, descabeçada e brilhante, e do buraquinho da glande já saiam umas gotinhas de seu líquido pré-gozo. Fazia tanto tempo que eu não via um pau tão bonito.
 

 
 – Pega aqui, Bruna… pega nele, filha! – ele falou e, segurando uma de minhas mãos, a colocou em sua pica. Segurei no pau dele nervosa, e adorei a suavidade da pele, o peso, e principalmente o cheiro de rola, cheiro de macho. Suspirei fundo e comecei a punhetar bem devagar, enquanto ele inclinou por cima de mim e enfiou a mão na minha bunda, por dentro da minha calcinha.
 
– Ohhhhhhh… Seu Rubens… a gente não pode… meu deusssss…!! – senti os dedos dele passarem pelo meu cú e pela minha buceta. Um arrepio de prazer percorreu meu corpo e fiquei louca. Abri meus lábios e abocanhei a rola dele quase toda.
 
 
– Uhhhhhhhhh… que boquinha mais quentinha, filha… você nasceu para chupar pau, sabia disso? – ele gemeu e falou essa barbaridade. Comecei a mamar na rola desesperada e rebolei meu quadril ao contato de seus dedos nos meus fundos. Eu sentia minha xoxota molhadinha, e ele só dando dedadas, alternando entre minha buceta e o meu cú.
 
– Você gosta é de pica, Bruna… eu já sabia disso… sua safadinha!! – o Seu Rubens falou e me puxou pela mão e me colocou de bruços em cima da mesa. Fiquei com os pés no chão, toda exposta para ele, sem qualquer chance de defesa. Suas mãos fortes abriram minhas nádegas e o safado enfiou o rosto bem na racha da minha bunda.



Em toda a minha vida eu nunca tinha sentido tanto tesão. Minha vontade era gritar e pedir para ele meter aquela vara todinha em mim. E o perigo de sermos vistos ainda contribuía para a coisa ficar ainda mais gostosa. Senti ele puxar minha calcinha para o lado e chupar meu cú, deixando ele todo babado.


– Preciso comer esse rabo, menina… preciso meter nessa sua bundinha…!! – o Sr. Rubens sussurrou no meu ouvido.

– Pode meter… mas faz bem rápido… estou com medo de alguém chegar…! – falei, coloquei minhas mãos para trás, desci minha calcinha e segurei as bandas da minha bunda bem afastadas.

 

 
Ele só teve o trabalho de encostar a cabeça da pica no meu cú e fazer um pouquinho de pressão. Os músculos do meu esfíncter cederam e houve um “ploff”, barulho de algo entrando e o ar sendo expulso. Meu ânus, gulosamente, foi engolindo aquela tora centímetro por centímetro. O Sr. Rubens parecia não acreditar no que estava acontecendo.

– Ahhhhhhhhh… ohhhhhhh… que delícia de bundaaaa… que cuzinho mais macio…. ahhhhhhhhhh… caralho, filha… caralhooooooo…!! – o coitado gemeu e me segurou firme pela cintura, empurrando tudo, até encostar o saco. A penetração foi tão gostosa que quase chorei de tanto prazer.



Me senti totalmente preenchida e, mais uma vez, fiquei feliz por ter ido ao banheiro antes de sair de casa. Fico caindo de vergonha quando o pau sai sujo da minha bunda. E a pica do Sr. Rubens estava tão funda no meu intestino que parecia que ia sair pela minha boca. Mas ele precisava gozar logo, e eu também.

– Seu Rubens… agora começa a meter… senão não vai dar tempo…! – gemi e empinei um pouco mais a minha bunda, para facilitar os movimentos dele. Ele começou então o vai-e-vem delicioso, cadenciado, enfiando e tirando, e eu só acompanhando o ritmo, quase chupando a piroca com o meu ânus. Por várias vezes o pau saiu quase todo, e depois “ploff”, entrava todinho, expulsando o ar de dentro de mim.




– Mete, seu Rubens… mete bem gostosooooo… meu deusssss… está tão bom… que pau deliciosoooooooo… deixa eu gozar nele… deixa, seu velho safadooooo…! – gemi e comecei a esfregar meu grelo com uma de minhas mãos.

– Sim… goza na minha vara, sua sonsinha… fica se fazendo de sonsa mas é quenga! – ele falou e ficou metendo bem rápido e forte no meu cuzinho.

Quando ele me chamou de sonsa eu não aguentei. Soltei um gemido que parecia que alguém estava matando um gato.

– Ahhhhhhhhhhh… estou gozandoooooo… estou gozandooooooo… meu deussss… meu deussssss… fodeeeeee… fodeeeee…!! – senti meu corpo se tremer todinho e explodi em um orgasmo delicioso.



Gozei tão forte que babei pelo canto da boca, e o Sr. Rubens veio junto, me apertando contra ele e gemendo no meu ouvido. Em segundos o pau dele inchou dentro do meu cú e começou a cuspir porra que não acabava mais. Até xinguei ele de velho safado e tarado na hora, pois eu adoro esperma quentinho no meu intestino, bem lá dentro, e deixo guardadinho lá por muito tempo.
 


Nossa gozada coincidiu com as primeiras batidas no portão de entrada. Já eram umas 6:40hs da manhã e os professores e alunos estavam chegando. O Sr. Rubens me largou, limpou o pênis com uns pedaços de papel higiênico e vestiu sua calça.



– Bruna… amanhã… mesmo horário… vou te comer pela frente! – ele falou e saiu apressado.

Arrumei minha roupa e fiquei mais alguns minutos na salinha dele, sentada na cadeira e pensando na vida. O líquido abundante e viscoso que ele tinha depositado dentro do meu ânus já ameaçava sair. Olhei dentro da minha mochila e eu não tinha nem um absorvente, nada. O jeito foi dobrar uns pedaços de papel higiênico e colocar no fundo da minha calcinha.

Coloquei a cabeça do lado de fora da salinha e vi que ninguém estava por perto. Saí apressada e entrei no primeiro banheiro que encontrei. Me olhei no espelho e percebi o quanto eu estava vermelha e descabelada. Lavei o rosto, me ajeitei um pouco e, antes de sair, dei uma limpada no meu bumbum.

Consegui entrar na minha sala junto com o professor. Assim que me sentei do lado da minha amiga ela já me olhou estranho.

– Que fedor é esse, Bruna?!?… tem certeza que não pisou em cocô no caminho? – ela falou e me olhou com cara de nojo.

– Por que? O que foi? – perguntei, disfarçando.

– Vai tomar banho, menina… você está fedendo demais… você estava dando o cú, não estava? – ela falou e caiu na risada.

– Estava sim… e foi agora… acho que vou embora então… anota as coisas e pego com você amanhã, tá? – falei e me levantei.

Saí da faculdade apressada e fui quase correndo para casa. Eu já estava longe quando o Sr. Rubens me viu.

– Até amanhã, Bruna… não chega atrasada, tá? – o safado gritou e eu apenas acenei, sorrindo. Aquela era a prova que eu tinha me transformado em sua putinha pessoal.




E assim aconteceu. Umas duas vezes por mês eu chego uma hora mais cedo na faculdade, só para foder com o Sr. Rubens. Nunca contei para a minha amiga o que ele faz comigo, pois ela com certeza ia ficar com vontade e querer dar para ele também. E sou ciumenta. Só aceito dividir aquele coroa safado com sua esposa.

Está indo tudo muito bem. Tenho um namorado agora e ele dorme na minha kitnet umas duas vezes por semana, e fodemos bem gostoso, ou seja, quando não estou fodendo com o Sr. Rubens eu tenho meu namorado. E eles não sabem um do outro. 


No entanto, semana passada aconteceu algo que me deixou preocupada.


– Bruna… o Sr. Rubens me falou muito bem de você… não sabia que você gostava tanto de café! – meu professor de direito me falou baixinho na sala. E pela forma como ele pronunciou “café”, eu tenho certeza que o Sr. Rubens contou tudo o que ele faz comigo. Fingi que não sabia do que ele estava falando e mudei de assunto.


Agora estou ferrada. Vai ser impossível segurar minha imagem de “filhinha do papai bem comportada” tendo que transar com três homens. Só vai me sobrar os dias de menstruação para dar descanso para a minha bucetinha. E quero dar um tempo no sexo anal também, pois acho que estou ficando com a musculatura frouxa. O que vocês acham que eu devo fazer? Dou uma chance para este professor também?





O cuzinho da minha cunhada


No ano passado fui passar férias na casa da minha sogra. Minha namorada tem uma irmã chamada de Jéssica que recém tinha completado 19 anos. A Jéssica é linda, loira, toda durinha e bronzeada, tem uma bunda maravilhosa e seios pequenos e firmes, sem contar que ela usa uns shorts bem coladinhos e deixa aparecer o volume de sua bucetinha.

 

Transava com a minha namorada quase todos dias, mas ela não gostava de anal, embora soubesse que eu queria muito ela tinha medo que doesse e tal. Na noite em que estava lá, transamos e quando pedi seu cuzinho ela negou.

No dia seguinte, era sábado e minha namorada foi para um salão de beleza, ela ia passar a tarde lá pois tínhamos a formatura de uma amiga para irmos à noite. Minha sogra trabalha como vendedora de uma loja e estaria trabalhando, resumindo, eu iria ficar sozinho a tarde inteira com a minha cunhadinha.

Resolvemos então assistir um filme, eu sentei do seu lado, mas não conseguia tirar os olhos daquelas coxas bronzeadas e dos seus peitinhos durinhos querendo furar a blusa, pois ela não usava sutiã. Eu estava com uma bermuda folgada e não consegui esconder minha excitação, quando percebi ela estava olhando para minha bermuda.



Eu já estava louco e decidi parar de ver o filme e ir tomar um banho, quando me levantei ela fechou as pernas rapidamente e deu uma boa olhada no volume em meu short. Eu fui para o banheiro do quarto, quando percebi minha cunhada estava dentro do quarto tirando sua roupa.

 

 


Puxei minha cunhada pelos braços e lhe dei um beijo, ela me disse que tinha espiado eu comendo a irmã dela quando veio passar o final de semana na minha casa e queria que eu fizesse igual com ela.

Parecia um sonho!

Sem que eu dissesse uma palavra ela se abaixou e começou a chupar meu pau, ela abocanhava meu pau com vontade e chupava enlouquecida.

 


Não aguentei e gozei enchendo sua boca de porra. Ela engoliu aquela porra toda e disse que no dia que ela espiou eu comendo minha namorada e que queria me dar seu cuzinho já que sua irmã não gostava de dar.


Ela me pegou pela mão me puxou até o quarto ficou de quatro na cama e pediu para eu colocar no seu cu, eu comecei a lamber aquele cuzinho para lubrificar, ela me pediu pra colocar com carinho por que ela nunca tinha dado pra ninguém, fui enfiando bem devagar.

 

Quando eu enfiei a metade do meu pau ela se retorcia e pediu pra eu parar por que esta doendo, eu levei minha mão até sua bucetinha e comecei a acariciá-la enquanto isso fui metendo ainda mais meu pau naquele cuzinho, fiquei bombando com força e acariciando sua buceta até ela gozar enlouquecida.

 



Eu também já estava louco de tesão e enchi seu cu de porra, quando tirei meu pau, chegou a dar barulho do vácuo que se formou, escorrendo a porra toda do seu cu.

 

 Fomos tomar um banho e nossa farra continuou por vários dias mas essas histórias conto na próxima vez.